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Integridade

Integridade

Sustentabilidade não é uma palavra da moda.

É trabalho coordenado, interdisciplinar e diário — desde 1992.

Preservar a nossa terra, apoiar a sua comunidade e tradições e ajudar a construir o futuro do Douro. Podemos dizê-lo com clareza — e provar cada palavra.

Sob a oliveira centenária, entre vinhas biológicas
Sob a oliveira centenária, entre vinhas biológicas

Certificação Biológica

Biológico desde 2011

Após um protocolo de conversão de três anos iniciado em 2008, as vinhas e olivais da Quinta do Tedo detêm a certificação em Modo de Produção Biológico pela Kiwa Sativa — entidade pioneira do movimento biológico europeu, sediada em Lisboa e reconhecida pelo Ministério da Agricultura para certificar ao abrigo do Regulamento (UE) 2018/848.

Controlamos rigorosamente o que toca nas nossas videiras e analisamos regularmente solos, videiras e uvas — para manter saudável todo o ecossistema da vinha.

Selo Biosphere Sustainable Certified

Biosphere Sustainable

Certificados em tudo o que fazemos

Viticultura, vinificação, enoturismo, Bed & Breakfast e Bistro — desde julho de 2023.

A Biosphere é a certificação mais antiga do seu género e, desde 2017, o principal sistema mundial de certificação de objetivos abrangentes de sustentabilidade socioeconómica e ambiental. Promovida pelo Instituto de Turismo Responsável — membro fundador do Global Sustainable Tourism Council — liga empresas e destinos à Agenda 2030 das Nações Unidas e aos seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ajudando os viajantes a escolher de forma responsável.

Desde 2001

Alto Douro Vinhateiro
Património Mundial da UNESCO

Reconhecido na categoria de «paisagem cultural viva e evolutiva» — uma distinção que honra mais de 2000 anos de vitivinicultura e a notável mão humana no desenvolvimento do vale, visível sobretudo nos socalcos que moldam o Douro e tornaram cultiváveis as suas encostas íngremes.

Socalcos do Alto Douro Vinhateiro

O IVDP e o Benefício

O Porto autêntico é como o Champanhe

Só pode ser produzido numa região demarcada — o Vale do Douro. A sua produção, estilos e comercialização são controlados pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), garantindo autenticidade, estatuto geográfico protegido e estabilidade de preços.

Cada vinha é pontuada de A a F segundo 12 critérios — parâmetros de solo, clima e agricultura essenciais à qualidade da uva. As vinhas de classe «A», como as da Quinta do Tedo, recebem coeficientes de benefício mais elevados: uma quota que o IVDP anuncia antes de cada vindima, limitando quanto Porto pode ser produzido.

ABCDEF

A classificação das vinhas do Douro, de A a F.
As nossas 12 parcelas: todas classe «A».

Desde 2015

Reserva Ecológica do Vale do Tedo

Um trilho pedestre autoguiado, o primeiro do género no município de Armamar, por vinhas e olivais biológicos ao longo do rio Tedo — para escutar o som e acompanhar a cor e o movimento das aves do vale.

O vale do Tedo, vinhas e matos mediterrânicos
4,5 kmde trilho
autoguiado
120espécies de aves
residentes e migratórias
2estações de
observação de aves
1761marco de feitoria
do Marquês de Pombal

SOBRE NÓS

A Propriedade

A Quinta do Tedo é uma Single Quinta — a expressão portuguesa equivalente a um domaine francês ou a uma azienda italiana.

Cada garrafa que produzimos nasce dos nossos 14 hectares de vinhas de classe «A», em agricultura biológica: a classificação mais alta atribuída pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), comparável a um Grand Cru francês e alcançada por menos de 2,5% dos cerca de 40 000 hectares de vinha da denominação do Douro.

A propriedade situa-se na confluência dos rios Tedo e Douro, no Cima Corgo, uma das três sub-regiões da mais antiga região vinícola demarcada e regulamentada do mundo. Os marcos de feitoria em granito lavrado, colocados pelo Marquês de Pombal entre 1756 e 1761, ainda pontuam a nossa paisagem como sentinelas — sinais dos limites dentro dos quais o Porto era considerado o melhor do vale e, por isso, o único autorizado para exportação.

SOBRE NÓS

Filosofia

Tradição portuguesa, rigor borgonhês, hospitalidade californiana — três fios que atravessam tudo o que fazemos.

Respeitar a terra, cultivá-la de forma tradicional e usar a tecnologia moderna apenas onde realmente ajuda — para que cada Porto e cada Vinho falem do próprio Vale do Douro.

Fomos dos primeiros produtores de Vinho do Porto a adotar uma agricultura responsável e sustentável, e as nossas vinhas estão certificadas em modo biológico desde 2011. Controlamos rigorosamente o que toca nas nossas videiras e analisamos regularmente solos, videiras e uvas, para manter saudável todo o ecossistema da vinha e garantir a qualidade.

Em socalcos íngremes de xisto, as nossas vinhas de compasso apertado — 18 castas tintas locais lideradas pela Touriga Franca, Touriga Nacional, Sousão, Tinto Cão, Tinta Roriz e Tinta Barroca — crescem em 12 pequenas parcelas de 0,5 a 2 hectares, geralmente vinificadas em separado. Nas replantações, reintroduzimos castas locais bem adaptadas ao clima mediterrânico quente e seco do Douro, que conservam a frescura ao longo da maturação. As nossas vinhas maduras dão pequenas quantidades de fruta profundamente concentrada e complexa.

SOBRE NÓS

Filosofia

Vincent e Kay Bouchard — Proprietários. Vincent cresceu na Bouchard Père et Fils, em Beaune, na Borgonha, a aprender a fazer vinho da vinha à garrafa ao lado do avô. A regra do avô continua a orientar cada vinho que fazemos: respeitar a fruta — o seu sabor, aroma, doçura e delicadeza. Kay, californiana com raízes agrícolas do Midwest americano, trabalha no mundo do vinho desde a universidade e continua a promovê-lo, comercializá-lo e a escrever sobre ele — sobretudo em A Slice of Tedo Life, o nosso blogue mensal na primeira pessoa sobre tudo o que é Quinta do Tedo, da dupla mãe-filha Kay e Odile Bouchard.

Jorge Alves — Diretor-Geral & Enólogo Principal. Nascido em Mirandela, Trás-os-Montes, Jorge estudou agronomia em Bragança e enologia na Universidade Católica do Porto, e foi nomeado Enólogo do Ano 2018 pela Grandes Escolhas. Faz vinhos excecionais, cheios de carácter, e desde 1998 lidera as operações diárias, da adega à sala de provas.

Vera Matias — Responsável de Enoturismo. Natural da vizinha Armamar, capital portuguesa da maçã de montanha, Vera evoluiu de Guia a Responsável de Enoturismo desde 2014, e frequenta atualmente um mestrado em Gestão do Turismo e Sustentabilidade na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Supervisiona as experiências dos visitantes, as provas e as visitas guiadas, e tem ajudado a liderar os nossos esforços de sustentabilidade.

Odile Bouchard — Embaixadora da Marca & Projetos da Nova Geração. Licenciada em Biologia e Estudos Ambientais, com um mestrado internacional em Inovação em Enoturismo e uma pós-graduação em Enologia e Viticultura, a Odile usa muitos chapéus. É o membro da família Bouchard presente a tempo inteiro na quinta, desenvolve a marca em Portugal e no estrangeiro, e está por detrás dos novos projetos de vinho e viticultura da Quinta do Tedo.

A Família Bouchard — Visionários para Sempre. Kay e Vincent, com os seus três filhos — Paolo, Odile e Joseph, apresentados a Portugal e ao vinho desde o nascimento — dividem o tempo entre Napa Valley (onde abriram o primeiro negócio da família, de venda de barricas de carvalho francês), a Borgonha (terra natal de Vincent), o Chianti (onde os filhos cresceram) e o Douro (onde a família se reúne todos os anos para a vindima). Juntamente com Kay e Vincent, Paolo, Odile e Joseph orientam — de perto e de longe — a evolução da Quinta do Tedo de uma geração para a seguinte.

SOBRE NÓS

História — A Lenda do Tedo

O nosso rio tem uma lenda.

No início do século XI, quando o Douro era governado pelo rei mouro Alboacem, o cavaleiro D. Tedo — descendente do rei Ramiro II de Leão e um dos primeiros cristãos do vale — dirigiu-se desarmado ao palácio do rei, em Lamego, para negociar tréguas, e foi lançado na prisão.

A filha do rei, a bela princesa Ardínia, apaixonou-se pelo galante prisioneiro (não é sempre assim?) e ajudou-o a fugir; um velho monge chamado Gelásio batizou os amantes pelo caminho.

Ao saber do romance e da traição da filha, o rei, furioso, trespassou Ardínia com uma lança. D. Tedo sepultou-a no vizinho mosteiro de São Pedro das Águias e jurou nunca mais amar. Ainda sedento de vingança, Alboacem perseguiu e matou D. Tedo — cujo sangue correu para um pequeno ribeiro a que os locais chamaram Rio Tedo, e ao qual atribuem, ainda hoje, poderes curativos únicos.

São essas mesmas águas que alimentam o ecossistema da Quinta do Tedo até hoje. A lenda foi traduzida há muitos anos e pode não ser 100% fiável — mas nós honramo-la na nossa nova sala de provas, a Casa do Cavalo, dedicada a D. Tedo e ao seu cavalo, no antigo estábulo. E demos o nome de Ardínia à nossa cadela da adega, em memória da princesa moura, para reunir os dois amantes num só lugar.

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