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Sobre Nós

1992o ano em que
tudo começou
14 havinhas de
classe «A»
<2,5%do Douro alcança
esta classificação
18castas tintas
locais
8gerações de
produtores

A Propriedade

Uma Single Quinta, no sentido mais puro

O equivalente português a um domaine francês ou a uma azienda italiana.

Cada garrafa que produzimos nasce exclusivamente dos nossos 14 hectares de vinhas de classe «A», em agricultura biológica — a classificação mais alta do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, comparável a um Grand Cru francês e alcançada por menos de 2,5% dos cerca de 40 000 hectares de vinha do Douro.

Estamos no Cima Corgo, na mais antiga região vinícola demarcada e regulamentada do mundo. Os marcos de feitoria em granito, colocados pelo Marquês de Pombal entre 1756 e 1761, ainda pontuam a nossa paisagem como sentinelas.

O pátio da quinta, séc. XVIII
O pátio da quinta, séc. XVIII

Filosofia

Três fios, um só tecido

Primeiro fio

Tradição portuguesa

Respeitar a terra e cultivá-la de forma tradicional, com a tecnologia moderna apenas onde realmente ajuda — para que cada Porto e cada Vinho falem do próprio Vale do Douro.

Segundo fio

Rigor borgonhês

18 castas tintas locais em 12 pequenas parcelas de socalcos de xisto, geralmente vinificadas em separado. Vinhas maduras, pequenas quantidades, fruta profundamente concentrada.

Terceiro fio

Hospitalidade californiana

Fomos dos primeiros produtores de Vinho do Porto a adotar agricultura responsável — vinhas certificadas em modo biológico desde 2011 — e das primeiras quintas a abrir as portas todos os dias.

Século XI

O nosso rio tem uma lenda

Ato primeiro — O cavaleiro

Quando o Douro era governado pelo rei mouro Alboacem, o cavaleiro D. Tedo dirigiu-se desarmado ao palácio do rei, em Lamego, para negociar tréguas — e foi lançado na prisão.

Ato segundo — A princesa

A filha do rei, a bela princesa Ardínia, apaixonou-se pelo galante prisioneiro e ajudou-o a fugir; um velho monge chamado Gelásio batizou os amantes pelo caminho.

Ato terceiro — O rio

Furioso com a traição, o rei trespassou Ardínia com uma lança. D. Tedo sepultou-a e jurou nunca mais amar — até Alboacem o perseguir e matar. O seu sangue correu para o ribeiro a que os locais chamaram Rio Tedo, e ao qual atribuem, ainda hoje, poderes curativos.

São essas águas que alimentam o nosso ecossistema. Honramos a lenda na Casa do Cavalo, a nossa nova sala de provas — e demos o nome de Ardínia à cadela da adega, para reunir os dois amantes num só lugar.

A minha paixão pelo vinho é genética — antes de mim vieram oito gerações de produtores de vinho franceses.
Vincent Bouchard · Proprietário

Em 1989, Kay e Vincent apaixonaram-se pelo Vale do Douro à primeira visita. Em 1992 compraram a Quinta do Tedo — 14 hectares de vinha, 4 de olival e pomar, uma adega setecentista, duas casas e um burro — não para forçar esta terra a caber numa visão borgonhesa, mas para preservar a singularidade do que já cá estava.

Gestão

Quem faz a Quinta do Tedo

Vincent & Kay Bouchard

Vincent & Kay Bouchard

Proprietários

Vincent cresceu na Bouchard Père et Fils, em Beaune, a aprender a fazer vinho ao lado do avô Antonin — cuja regra continua a orientar cada garrafa: respeitar a fruta. Kay, californiana, trabalha no mundo do vinho desde a universidade e escreve sobre ele em A Slice of Tedo Life, o blogue mensal da dupla mãe-filha Kay e Odile.

Jorge Alves

Jorge Alves

Diretor-Geral & Enólogo Principal

Transmontano de Mirandela, Enólogo do Ano 2018 pela Grandes Escolhas. Faz vinhos cheios de carácter e lidera as operações diárias desde 1998.

Vera Matias

Vera Matias

Responsável de Enoturismo

Natural da vizinha Armamar, evoluiu de Guia a Responsável de Enoturismo desde 2014 e ajuda a liderar os nossos esforços de sustentabilidade.

Odile Bouchard

Odile Bouchard

Embaixadora da Marca & Nova Geração

Bióloga, enóloga e inovadora em enoturismo, é o membro da família presente a tempo inteiro na quinta — e está por detrás dos novos projetos de vinho e viticultura.

SOBRE NÓS

A Propriedade

A Quinta do Tedo é uma Single Quinta — a expressão portuguesa equivalente a um domaine francês ou a uma azienda italiana.

Cada garrafa que produzimos nasce dos nossos 14 hectares de vinhas de classe «A», em agricultura biológica: a classificação mais alta atribuída pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), comparável a um Grand Cru francês e alcançada por menos de 2,5% dos cerca de 40 000 hectares de vinha da denominação do Douro.

A propriedade situa-se na confluência dos rios Tedo e Douro, no Cima Corgo, uma das três sub-regiões da mais antiga região vinícola demarcada e regulamentada do mundo. Os marcos de feitoria em granito lavrado, colocados pelo Marquês de Pombal entre 1756 e 1761, ainda pontuam a nossa paisagem como sentinelas — sinais dos limites dentro dos quais o Porto era considerado o melhor do vale e, por isso, o único autorizado para exportação.

SOBRE NÓS

Filosofia

Tradição portuguesa, rigor borgonhês, hospitalidade californiana — três fios que atravessam tudo o que fazemos.

Respeitar a terra, cultivá-la de forma tradicional e usar a tecnologia moderna apenas onde realmente ajuda — para que cada Porto e cada Vinho falem do próprio Vale do Douro.

Fomos dos primeiros produtores de Vinho do Porto a adotar uma agricultura responsável e sustentável, e as nossas vinhas estão certificadas em modo biológico desde 2011. Controlamos rigorosamente o que toca nas nossas videiras e analisamos regularmente solos, videiras e uvas, para manter saudável todo o ecossistema da vinha e garantir a qualidade.

Em socalcos íngremes de xisto, as nossas vinhas de compasso apertado — 18 castas tintas locais lideradas pela Touriga Franca, Touriga Nacional, Sousão, Tinto Cão, Tinta Roriz e Tinta Barroca — crescem em 12 pequenas parcelas de 0,5 a 2 hectares, geralmente vinificadas em separado. Nas replantações, reintroduzimos castas locais bem adaptadas ao clima mediterrânico quente e seco do Douro, que conservam a frescura ao longo da maturação. As nossas vinhas maduras dão pequenas quantidades de fruta profundamente concentrada e complexa.

SOBRE NÓS

Filosofia

Vincent e Kay Bouchard — Proprietários. Vincent cresceu na Bouchard Père et Fils, em Beaune, na Borgonha, a aprender a fazer vinho da vinha à garrafa ao lado do avô. A regra do avô continua a orientar cada vinho que fazemos: respeitar a fruta — o seu sabor, aroma, doçura e delicadeza. Kay, californiana com raízes agrícolas do Midwest americano, trabalha no mundo do vinho desde a universidade e continua a promovê-lo, comercializá-lo e a escrever sobre ele — sobretudo em A Slice of Tedo Life, o nosso blogue mensal na primeira pessoa sobre tudo o que é Quinta do Tedo, da dupla mãe-filha Kay e Odile Bouchard.

Jorge Alves — Diretor-Geral & Enólogo Principal. Nascido em Mirandela, Trás-os-Montes, Jorge estudou agronomia em Bragança e enologia na Universidade Católica do Porto, e foi nomeado Enólogo do Ano 2018 pela Grandes Escolhas. Faz vinhos excecionais, cheios de carácter, e desde 1998 lidera as operações diárias, da adega à sala de provas.

Vera Matias — Responsável de Enoturismo. Natural da vizinha Armamar, capital portuguesa da maçã de montanha, Vera evoluiu de Guia a Responsável de Enoturismo desde 2014, e frequenta atualmente um mestrado em Gestão do Turismo e Sustentabilidade na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Supervisiona as experiências dos visitantes, as provas e as visitas guiadas, e tem ajudado a liderar os nossos esforços de sustentabilidade.

Odile Bouchard — Embaixadora da Marca & Projetos da Nova Geração. Licenciada em Biologia e Estudos Ambientais, com um mestrado internacional em Inovação em Enoturismo e uma pós-graduação em Enologia e Viticultura, a Odile usa muitos chapéus. É o membro da família Bouchard presente a tempo inteiro na quinta, desenvolve a marca em Portugal e no estrangeiro, e está por detrás dos novos projetos de vinho e viticultura da Quinta do Tedo.

A Família Bouchard — Visionários para Sempre. Kay e Vincent, com os seus três filhos — Paolo, Odile e Joseph, apresentados a Portugal e ao vinho desde o nascimento — dividem o tempo entre Napa Valley (onde abriram o primeiro negócio da família, de venda de barricas de carvalho francês), a Borgonha (terra natal de Vincent), o Chianti (onde os filhos cresceram) e o Douro (onde a família se reúne todos os anos para a vindima). Juntamente com Kay e Vincent, Paolo, Odile e Joseph orientam — de perto e de longe — a evolução da Quinta do Tedo de uma geração para a seguinte.

SOBRE NÓS

História — A Lenda do Tedo

O nosso rio tem uma lenda.

No início do século XI, quando o Douro era governado pelo rei mouro Alboacem, o cavaleiro D. Tedo — descendente do rei Ramiro II de Leão e um dos primeiros cristãos do vale — dirigiu-se desarmado ao palácio do rei, em Lamego, para negociar tréguas, e foi lançado na prisão.

A filha do rei, a bela princesa Ardínia, apaixonou-se pelo galante prisioneiro (não é sempre assim?) e ajudou-o a fugir; um velho monge chamado Gelásio batizou os amantes pelo caminho.

Ao saber do romance e da traição da filha, o rei, furioso, trespassou Ardínia com uma lança. D. Tedo sepultou-a no vizinho mosteiro de São Pedro das Águias e jurou nunca mais amar. Ainda sedento de vingança, Alboacem perseguiu e matou D. Tedo — cujo sangue correu para um pequeno ribeiro a que os locais chamaram Rio Tedo, e ao qual atribuem, ainda hoje, poderes curativos únicos.

São essas mesmas águas que alimentam o ecossistema da Quinta do Tedo até hoje. A lenda foi traduzida há muitos anos e pode não ser 100% fiável — mas nós honramo-la na nossa nova sala de provas, a Casa do Cavalo, dedicada a D. Tedo e ao seu cavalo, no antigo estábulo. E demos o nome de Ardínia à nossa cadela da adega, em memória da princesa moura, para reunir os dois amantes num só lugar.

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