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A Quinta do Tedo obteve uma classificação de Single Quinta, equivalente em português a Propriedade ou Herdade. A nossa uva é 100% produzida na Quinta e provém de 15 hectares de vinhas de uva de classe ‘A’, sendo esta a classificação mais elevada do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, comparável ao Grand Cru de França.
Menos de 2% dos 41,000 hectares da região Demarcada do Douro integram a classe ‘A’. Esta classificação atende a 24 critérios, entre os quais se destacam as condições do solo, a exposição das vinhas, o tipo de variação de uva e a densidade de plantação e a altitude.
A Quinta encontra-se localizada na interseção entre os rios Douro e Tedo. Imponentes pedras de granito, esculpidas como as das feitorias, distinguem-se na paisagem como sentinelas, assentes pelo Marquês de Pombal aquando da demarcação original do Douro em 1756. Reza a história que só o vinho proveniente da área demarcada da feitoria era considerado o de maior qualidade e recebia a autorização para ser exportado.
Hoje, a classificação ‘A’ da Quinta do Tedo e a sua localização entre os limites da feitoria são a prova do seu elevado potencial, tal como o seu rótulo de Single Quinta.
A Lenda do Tedo
A História começa no início do século XI, quando a região do Douro ainda se encontrava sob o domínio mouro do Rei Alboacem.
Os irmãos D. Tedo e Rausendo eram filhos bastardos do Rei Ramiro II de Leão. Estes caudilhos (guerreiros), fortes e corajosos eram os primeiros cristãos nesta terra “infiel”, tendo contribuído para a construção da primeira igreja do Vale do Távora através do uso de árvores do rio Sousa.
O conflito entre cristãos e mouros permaneceu marcado na história da região do Douro. Na esperança de chegar a um acordo, D. Tedo visitou o Rei Alboacem no seu palácio em Lamego. Ao surgir desarmado, foi preso imediatamente.
O Rei tinha uma filha muito bonita (os reis têm sempre filhas muito bonitas), Ardinia. Ao deparar-se pela primeira vez com o mais elegante guerreiro cristão – sim, acertaram – Ardinia apaixonou-se por D. Tedo. A “Princesa de armadura brilhante” ajudou, assim, o seu apaixonado a fugir ao inimigo
Furioso por descobrir que D. Tedo tinha escapado, mas ainda sem ter conhecimento da traição da sua filha, o Rei Alboacem jurou vingança contra quem tivesse ajudado o seu prisioneiro a escapar. A princesa e a sua irmã de leite (criada e alimentada pela mesma “mãe”) fugiram em busca de D. Tedo.
No caminho, encontraram um velho monge chamado Gelasio, que as batizou.
Ardinia, astuta, tinha combinado previamente um encontro com D. Tedo, na margem do Rio Távora, onde finalmente se reuniram. Porém, inesperadamente, o Rei Alboacem apareceu, furioso por ter descoberto a traição de Ardinia e, sedento de vingança, matou-a, cravando uma lança no seu peito.
D. Tedo fez o luto sozinho. Enterrou o corpo de Ardinia no Mosteiro de S. Pedro das Águias que ele próprio construiu e jurou nunca mais casar com ninguém. D. Tedo entrou em depressão e passou o resto dos seus dias a viver como um recluso.
Por outro lado, o Rei Alboacem não conseguiu ultrapassar a sua fúria. Comandou as suas tropas em busca de D. Tedo e, quando o encontrou, matou-o em batalha. O sangue foi levado a um pequeno córrego, ao qual posteriormente chamaram “Rio Tedo”. Reza a lenda que a água deste rio tem um valor medicinal único e que fornece nutrientes, hidratação e vida ao ecossistema natural da Quinta do Tedo.
*Esta história fascinante foi traduzida há muitos anos e pode não ser credível a 100%.
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